“Sensibilidade à flor da pele”
Acredito que essa famosa expressão procura definir o estado emocional das pessoas, ou seja, se estão iradas, frágeis, aflitas, desamparadas, frustradas ou carentes.
Contudo, na maioria das vezes, somos forçados a reprimir nossas emoções, o que acaba sendo um grande erro, se considerarmos o fato de Deus ter nos criado livres para expressar o que sentimos diante dos fatos reais da vida: morte, doenças, guerras, injustiças, mentiras, falsidade, traições, calúnias, amor, paz, justiça e sucesso. Se Deus não nos desse liberdade para expressar o que sentimos, uma vez que somos pura emoção, com certeza já teríamos sucumbido há muito tempo. Na maioria das vezes, as pessoas que mantêm ou tiveram suas emoções reprimidas por alguém são pessoas emocionalmente enfermas, quase sempre estão deprimidas.
“No evangelho de João, escreve Brennan Manning, lemos que Jesus “agitou-se no espírito e perturbou-se” (11:33). Em Mateus a sua ira se manifesta: “Hipócritas! Bem profetizou Isaías acerca de vocês, dizendo: “Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram” (15:7-9). Quando Jesus viu a viúva de Naim, “se compadeceu dela e disse: “Não chore” (Lucas 7:13). Pesar, frustração e tristeza espontaneamente irromperam quando ele chorou sobre a cidade e disse: “Se você compreendesse neste dia, sim, você também, o que traz a paz!” (Lucas 19:41). Não houve qualquer vestígio de contenção emocional quando Jesus bradou: “Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele” (João 8:44). Frustração em suas palavras, “até quando estarei com vocês?” (Mateus 17:17), ira incontida em “para trás de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim” (Mateus 16:23), sensibilidade extraordinária em “alguém tocou em mim” (Lucas 8:47).
Jesus Cristo não tinha nenhuma dificuldade em liberar suas emoções, e o fazia espontaneamente e livremente, sem temer a repercussão disso. A razão? Ele vivia em perfeito equilíbrio com o seu interior.
Infelizmente, pelo fato de serem pessoas reprimidas, e consequentemente ignorantes acerca do uso de suas emoções, muitos cristãos demonstram imaturidade crescente nas mais variadas áreas de suas vidas. Tudo seria mais fácil e melhor, creio eu, se nós conseguíssemos expressar as nossas emoções naturalmente sem que isso fosse visto como uma “aberração” ou como questão de ofensa pessoal a quem quer que seja. A verdade é que as pessoas estão tão acostumadas a camuflar suas emoções que quando alguém faz isso naturalmente, esse alguém é reconhecido como desajustado emocionalmente ou como uma pessoa insensata e agressiva.
O pedido do apóstolo Paulo em Romanos capítulo 12 está ligado ao objetivo do cristão de ter a sua mente renovada, o que para mim é, na verdade, um processo de renovação das emoções, que só se torna possível com a influência do Espírito Santo diretamente em nossa mente: “Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês.” Essa influência poderosa do Espírito Santo em nossa mente facilitará a nossa compreensão a respeito da utilização sábia de nossas emoções no aperfeiçoamento do nosso caráter e, portanto, facilitará a nossa manifestação como filhos de Deus, deixando-nos livres para fazer a boa, perfeita e agradável vontade de Deus no mundo.
“Não se reprima”. Libere suas emoções moderadamente e com sabedoria colocando-as sob o controle do Espírito Santo. Essa é uma questão fundamental em relação à unidade na igreja e, também, em relação a nossa saúde espiritual, emocional e social.
Acredito que essa famosa expressão procura definir o estado emocional das pessoas, ou seja, se estão iradas, frágeis, aflitas, desamparadas, frustradas ou carentes.
Contudo, na maioria das vezes, somos forçados a reprimir nossas emoções, o que acaba sendo um grande erro, se considerarmos o fato de Deus ter nos criado livres para expressar o que sentimos diante dos fatos reais da vida: morte, doenças, guerras, injustiças, mentiras, falsidade, traições, calúnias, amor, paz, justiça e sucesso. Se Deus não nos desse liberdade para expressar o que sentimos, uma vez que somos pura emoção, com certeza já teríamos sucumbido há muito tempo. Na maioria das vezes, as pessoas que mantêm ou tiveram suas emoções reprimidas por alguém são pessoas emocionalmente enfermas, quase sempre estão deprimidas.
“No evangelho de João, escreve Brennan Manning, lemos que Jesus “agitou-se no espírito e perturbou-se” (11:33). Em Mateus a sua ira se manifesta: “Hipócritas! Bem profetizou Isaías acerca de vocês, dizendo: “Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram” (15:7-9). Quando Jesus viu a viúva de Naim, “se compadeceu dela e disse: “Não chore” (Lucas 7:13). Pesar, frustração e tristeza espontaneamente irromperam quando ele chorou sobre a cidade e disse: “Se você compreendesse neste dia, sim, você também, o que traz a paz!” (Lucas 19:41). Não houve qualquer vestígio de contenção emocional quando Jesus bradou: “Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele” (João 8:44). Frustração em suas palavras, “até quando estarei com vocês?” (Mateus 17:17), ira incontida em “para trás de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim” (Mateus 16:23), sensibilidade extraordinária em “alguém tocou em mim” (Lucas 8:47).
Jesus Cristo não tinha nenhuma dificuldade em liberar suas emoções, e o fazia espontaneamente e livremente, sem temer a repercussão disso. A razão? Ele vivia em perfeito equilíbrio com o seu interior.
Infelizmente, pelo fato de serem pessoas reprimidas, e consequentemente ignorantes acerca do uso de suas emoções, muitos cristãos demonstram imaturidade crescente nas mais variadas áreas de suas vidas. Tudo seria mais fácil e melhor, creio eu, se nós conseguíssemos expressar as nossas emoções naturalmente sem que isso fosse visto como uma “aberração” ou como questão de ofensa pessoal a quem quer que seja. A verdade é que as pessoas estão tão acostumadas a camuflar suas emoções que quando alguém faz isso naturalmente, esse alguém é reconhecido como desajustado emocionalmente ou como uma pessoa insensata e agressiva.
O pedido do apóstolo Paulo em Romanos capítulo 12 está ligado ao objetivo do cristão de ter a sua mente renovada, o que para mim é, na verdade, um processo de renovação das emoções, que só se torna possível com a influência do Espírito Santo diretamente em nossa mente: “Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês.” Essa influência poderosa do Espírito Santo em nossa mente facilitará a nossa compreensão a respeito da utilização sábia de nossas emoções no aperfeiçoamento do nosso caráter e, portanto, facilitará a nossa manifestação como filhos de Deus, deixando-nos livres para fazer a boa, perfeita e agradável vontade de Deus no mundo.
“Não se reprima”. Libere suas emoções moderadamente e com sabedoria colocando-as sob o controle do Espírito Santo. Essa é uma questão fundamental em relação à unidade na igreja e, também, em relação a nossa saúde espiritual, emocional e social.
